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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Vivendo e aprendendo...

                              Charge: EDRA

Por Pedro C. Costa

Esse causo foi hilário e aconteceu comigo ontem. Acho que essa veia de humor que carrego é de fato genética. Estava passando na porta da loja de um conhecido e me deparei com um ambulante oferecendo aquelas panelas de alumínio fundido, quando de repente se aproximou um vendedor de salgados (conhecido meu). Foi assim que decidi fazer uma brincadeira para descontrair e então indaguei ao vendedor de salgados:

Eu: - Você sabe por que a mulher morreu de pá-nela?

O vendedor de salgados: - Não! Por que foi?

Eu: - Foi porque veio um carro e pá-nela!

Foi então que o vendedor de panelas me indagou:

Ele: - E você sabe por que o motorista morreu de pá-nele?

Eu respondi: - Não! Por que foi?

Ele disse: - Porque o motorista foi ver se a mulher morreu e veio outro carro e pá-nele!

Chargista: http://chargesdoedra.blogspot.com.br/2010_09_01_archive.html

sábado, 18 de outubro de 2014

Quase que pariu...

                              Imagem: CHARGE NEWS

Por Pedro C. Costa

Esse causo é bem hilário, mas aconteceu. Foi numa conversa com duas vizinhas que trabalhavam em lojas distintas próximas a minha residência. Herdei bastante do humor que carrego e devo advertir que a última frase do diálogo que se deu nessa narrativa foi uma invenção minha naquele momento, mas a história ocorreu de fato.

Estava ocioso e conversava pra passar o tempo com as duas vizinhas quando uma delas curiosamente me indagou porque eu estava sozinho e sem namorada. Como uma estava grávida, vou denominar a grávida de 'A outra'. Vamos então ao diálogo:

Uma delas: - Pedrinho, por que você está sozinho?

Eu: - Estou sozinho, porque não encontrei uma pessoa do meu inteiro agrado.

A outra: - Mas, você sai para a balada à noite?

Eu: - Não! Mas, de vez em quanto vou a uma seresta.

Uma delas: - E lá não rola uma paquera?

Eu: - Certamente que rola. Outro dia uma amiga me apresentou uma coroa me pedindo que dançasse com ela. A coroa pisou no meu pé a noite toda e me impediu que eu dançasse com outras (que eu já conhecia) que eram sempre bons pares e companhia.

A outra: - Mas, não rolou nada com ela?

Eu: - Pior que não! No final da seresta a amiga dela me pediu que desse carona a essa coroa e aí que percebi o interesse dela por mim.

Uma delas: - Como foi que você percebeu isso?

Eu: - Percebi quando chegamos ao prédio onde ela morava e fui deixá-la.

A outra rapidamente: - O que ocorreu?! Fala logo!

Eu - Foi porque a coroa me pediu um beijo.

Uma delas - E o que você fez?

Eu disse a coroa: "Não posso, pois minha mãe me advertiu desde novinho, que esse negócio de beijar na boca dá sapinho!".

Final da história: Elas caíram no riso e 'A outra' que estava grávida até chorou de rir quando 'uma delas' avisou que se 'a outra' não se contivesse ia parir antes da hora...

Imagem: http://chargenewshumor.blogspot.com.br/

Link da notícia real: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/01/falsa-gravida-diz-que-testes-deram-positivo-segundo-advogado.html

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Há-dor-na-ação

                                 Cachorro Snoopy - Tirinha - Os dias da semana

Por Pedro C. Costa

Esse causo se deu comigo ontem e achei interessante registrar. Herdei o bom humor e a ironia do meu saudoso pai. Vou fazer o relato dessa história de modo bem resumido, julgando ter sido este um momento relevante e uma boa oportunidade para se fazer uma reflexão.

Estava à procura de um irmão de igreja que mora duas ruas da minha residência, aproximadamente, quando me deparei com uma amiga que, aqui prá nós... deve ser seis anos mais nova que o meu filho mais novo. Eu prezo muito a nossa amizade, os pais dela são meus conhecidos e sua irmã mais nova lhe deu uma sobrinha que deve ter um ano apenas.

Nosso encontro foi rápido, pois eu estava com pressa e ela estava com esta sobrinha numa cadeirinha que se usa em bicicleta, juntamente com o seu lindo cachorrinho de estimação que estava numa cestinha presa na dianteira da mesma. Vamos então ao nosso diálogo, senão o dia termina (ou arréia, como diz um bom mineiro).

Ela: - Oi Pedrinho! Como vai meu amigo?

Eu: - Tudo bem minha amiga! Sua sobrinha está muito linda.

Ela: - E ai, alguma novidade com você?

Eu: - Sim! Meu filho mais novo vai me dar um neto em fevereiro do próximo ano, eu estou todo orgulhoso que vou ser vovô.

Ela: - Ah! Que legal Pedrinho. E o seu filho mais velho? Não vai lhe dar um neto?

Eu: - Ainda não! Ele acha que ainda é cedo, mas está pensando seriamente se adota um poodle...

Ela: - Veja bem Pedrinho! 'Esse aqui é de raça! Mas eu não dou moleza, eu ponho para dormir lá no quintal, na casinha dele'.

Fonte da imagem: http://freakout.net.br/snoopy-os-dias-da-semana/

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Mais doce que o amor

                             Imagem: http://tialapis.blogspot.com.br/

Por Pedro C. Costa

Este causo se deu comigo ontem! Vou tentar fazer o relato com rapidez e de modo resumido. Gosto muito do aprendizado, procuro gravar e registrar tudo que aprendo nos meus arquivos para não esquecer.

Havia comprado um pacote de balas numa loja especializada que fica próximo a minha casa e resolvi que daria a primeira bala do pacote a um amigo que sempre me ajuda. Ele tem sido um parceiro e eu prezo muito sua amizade.

Assim que entrei em seu estabelecimento comercial, percebi que ele estava ocupado, atendendo uma cliente que conheço de vista. Ela é casada e calculo que tenha no máximo 35 anos.

Como estava com muita pressa e não podia interromper aquele atendimento eu tomei uma atitude rápida, impensada e aprendi uma grande lição. Vou narrar como foi o diálogo.

Eu:  - Com licença!

 - Vou dar uma bala o meu amigo e outra para esta jovem!

Depois disto, virei para aquela jovem senhorita e indaguei:

Eu - Existe, alguma coisa mais doce que o amor?

Ela respondeu: - Sim! Esta bala que você me deu...

Imagem: http://desmotivaciones.es/5847867/El-anillo-de-casamiento